| Acólitos/Matosinhos: Encontro vicarial |
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O Padre Amaro Gonçalo orientou a reflexão, frisando que “é a Liturgia que nos põe em contacto com a origem fontal da caridade verdadeira, que vem de Deus e que brota do Seu amor”. Depois de um pequeno intervalo, teve lugar, às 12h00, a Celebração Eucarística, presidida pelo pároco e concelebrada pelo Pe. Joaquim Mário, Assessor Vicarial da Equipa de Liturgia. Na celebração participaram os diáconos permanentes ligados ao setor dos acólitos, quer na Paróquia anfitriã (José Espinha), quer na Vigararia (Matos Figueiredo), bem como os diáconos José Manuel, de Leça da Palmeira e Daniel Basto, de Matosinhos. Na sua homilia, o Presidente da celebração partiu de três características da santidade de São José, para traçar o perfil espiritual do acólito. Na primeira característica de São José, “o guarda do Redentor e fiel depositário dos tesouros de Deus”, desenha-se o perfil do acólito “chamado a guardar a Eucaristia, onde realmente está contido todo o tesouro espiritual da Igreja (PO 16)”. Num segundo tópico, foi acentuado o silêncio e o primado da vida interior de São José, para desafiar os acólitos a “conversarem com Jesus na oração diária”, renunciando, deste modo, à tentação de se tornarem “ativistas frenéticos, vedetas da liturgia, ciosos de se manterem em palco”. Neste sentido, o Pe. Amaro Gonçalo exortou os acólitos: “Procurai cultivar o silêncio e a discrição, a escuta e a oração, e realizar o vosso serviço, para vos tornardes uma referência para toda a assembleia, quanto ao modo justo de uma autêntica participação na liturgia: consciente, ativa e piedosa (SC 48)”. A última nota de São José, enquanto operário, levou o Presidente da Celebração a desafiar os acólitos a “cooperar, com as suas mãos, na obra de Deus, na ação de Deus, que está primeiro”. Neste espírito advertiu estes ministros do altar: “A vossa missão, como membros ilustres do povo sacerdotal, enquanto ministros do altar, não é a de realizar a vossa obra, mas a de dardes as vossas mãos e deixardes que seja Deus a atuar, seja Deus a agir, seja Deus a transformar, porque a liturgia é realmente é obra de Deus e do Seu Povo, e não é obra do nosso engenho individual”. (AG/IT)
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